Não há filosofia que contenha alma que comanda o amor, e ... assim, é o viver na ilusão...
Como não há filosofia que explique de forma definitiva o amor... ninguém se importa, nem para as dificuldades, nem para as adversidades... para a vida ou para tudo o resto... Mas, às vezes, falha e leva-nos ao engano que produz saudade, desilusão e dor...
Se por acaso quis a minha sina neste mundo que versos escrevesse... é culpa dela, não minha! Não fui eu que quis... por isso não escrevo...apenas faço o que acho certo, que me faz sentir bem...
Passamos por momentos de felicidade plena nesta misteriosa, inexplorada, vida... Momentos estes que nos marcam de uma forma surpreendente ... nos transformam, nos comovem, nos ensinam e muitas vezes, nos magoam profundamente...
Há a individualidade, cada um tem a sua personalidade, o seu subjectivismo, as suas dúvidas... que, às vezes, impedem fluir a verdade... assim, é a vida com a sua imperfeição, assim, é o viver na ilusão...

Como eu queria ser vulgar... Rir sem vontade...sem me importar do que pensam...lançar no ar mil melodias que percorrem os ouvidos e os sítios mais recônditos do pensamento... e brincar com a poesia... fazer troça do amor... Ah, que feliz eu seria!
Mas em vez disso tudo, imagino... uma viagem que quero fazer... e que tal uma viagem sem fim? Sim, uma viagem para fora de mim... para conhecer outros lugares, outras paragens... ver para além daqui, do meu habito inútil.
Estás a imaginar?? Então continua… porque vivo na ilusão do olhar... de contar um dia as aventuras do outro lado do mar... onde nunca tive coragem de ir...
Quero voar, ter asas, ter lugar... Vivo na ilusão de um sonho ou ainda de uma miragem... quero valorizar o ser e a vida, só eles nos dão a possibilidade da possibilidade... ainda que improvável... de um sonho... a verdade por trás de um olhar, a leveza de uma vida, pousar a magnitude da sabedoria... e... ninguém quer ver...

Conto as conchas do mar e sussurro o ruído que fazes ao caminhar... Contas histórias de encantar... poeta das ideias e contas mais ainda de ti... do sabor da pele a sal... devaneios e loucuras, contas os dias que passam e as horas que não passam...
Contas também… contas-me ao ouvido o teu espelho e as coisas perigosas do mar...
Observo a vida e começo a recordar todas as pessoas que já passaram por aqui, e o que cada uma deixou... ou estarei eu à procura da minha própria identidade, que foi construída aos poucos, de momentos que aconteceram... e que ainda hoje interferem no meu caminho...
Assim, tudo o que posso pensar é que existe um destino, em que cada um encontra aquilo que é importante para si mesmo... ainda que as pessoas que entrem na minha vida, aparentemente, não me ofereçam nada, mas elas não entram por acaso, não passam apenas por passar...
As pessoas que entram na nossa vida... sempre por alguma razão, algum propósito.
Encontram-nos ou nós é que as encontramos, meio que sem querer, sem data ou hora marcada...
Presto a necessária atenção, em todas elas... e vivo na ilusão... da brisa que arrefece o ar, que se quer gravada... na neblina libertina sobre uma imensidão líquida tão só... de lembranças passadas, algures num navio que nunca ninguém viu...

Um espelho polido... por vezes remoto reflecte vidas dissimuladas... pessoas dispersas na neblina da vida ... por vezes desprotegidas, por momentos, a vaguear sem marcas ou encalços... e eu olho-as nos olhos... olhos que me dizem para as deixar ir... para as deixar para trás... que o futuro depende do presente...
Consegues ver?... que sorte a tua... porque ninguém se importa, tanto faz... a vida corre mas não volta atrás... e vivo na ilusão... sem rumo sem destino... apenas em pensamento que me leve onde mais desejo ir...
Como não há filosofia que explique de forma definitiva o amor... ninguém se importa, nem para as dificuldades, nem para as adversidades... para a vida ou para tudo o resto... Mas, às vezes, falha e leva-nos ao engano que produz saudade, desilusão e dor...
Se por acaso quis a minha sina neste mundo que versos escrevesse... é culpa dela, não minha! Não fui eu que quis... por isso não escrevo...apenas faço o que acho certo, que me faz sentir bem...
Passamos por momentos de felicidade plena nesta misteriosa, inexplorada, vida... Momentos estes que nos marcam de uma forma surpreendente ... nos transformam, nos comovem, nos ensinam e muitas vezes, nos magoam profundamente...
Há a individualidade, cada um tem a sua personalidade, o seu subjectivismo, as suas dúvidas... que, às vezes, impedem fluir a verdade... assim, é a vida com a sua imperfeição, assim, é o viver na ilusão...

Como eu queria ser vulgar... Rir sem vontade...sem me importar do que pensam...lançar no ar mil melodias que percorrem os ouvidos e os sítios mais recônditos do pensamento... e brincar com a poesia... fazer troça do amor... Ah, que feliz eu seria!
Mas em vez disso tudo, imagino... uma viagem que quero fazer... e que tal uma viagem sem fim? Sim, uma viagem para fora de mim... para conhecer outros lugares, outras paragens... ver para além daqui, do meu habito inútil.
Estás a imaginar?? Então continua… porque vivo na ilusão do olhar... de contar um dia as aventuras do outro lado do mar... onde nunca tive coragem de ir...
Quero voar, ter asas, ter lugar... Vivo na ilusão de um sonho ou ainda de uma miragem... quero valorizar o ser e a vida, só eles nos dão a possibilidade da possibilidade... ainda que improvável... de um sonho... a verdade por trás de um olhar, a leveza de uma vida, pousar a magnitude da sabedoria... e... ninguém quer ver...

Conto as conchas do mar e sussurro o ruído que fazes ao caminhar... Contas histórias de encantar... poeta das ideias e contas mais ainda de ti... do sabor da pele a sal... devaneios e loucuras, contas os dias que passam e as horas que não passam...
Contas também… contas-me ao ouvido o teu espelho e as coisas perigosas do mar...
Observo a vida e começo a recordar todas as pessoas que já passaram por aqui, e o que cada uma deixou... ou estarei eu à procura da minha própria identidade, que foi construída aos poucos, de momentos que aconteceram... e que ainda hoje interferem no meu caminho...
Assim, tudo o que posso pensar é que existe um destino, em que cada um encontra aquilo que é importante para si mesmo... ainda que as pessoas que entrem na minha vida, aparentemente, não me ofereçam nada, mas elas não entram por acaso, não passam apenas por passar...
As pessoas que entram na nossa vida... sempre por alguma razão, algum propósito.
Encontram-nos ou nós é que as encontramos, meio que sem querer, sem data ou hora marcada...
Presto a necessária atenção, em todas elas... e vivo na ilusão... da brisa que arrefece o ar, que se quer gravada... na neblina libertina sobre uma imensidão líquida tão só... de lembranças passadas, algures num navio que nunca ninguém viu...

Um espelho polido... por vezes remoto reflecte vidas dissimuladas... pessoas dispersas na neblina da vida ... por vezes desprotegidas, por momentos, a vaguear sem marcas ou encalços... e eu olho-as nos olhos... olhos que me dizem para as deixar ir... para as deixar para trás... que o futuro depende do presente...
Consegues ver?... que sorte a tua... porque ninguém se importa, tanto faz... a vida corre mas não volta atrás... e vivo na ilusão... sem rumo sem destino... apenas em pensamento que me leve onde mais desejo ir...



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