As tardes mornas de domingo e as noites frias de segunda… porque me inebriam?
Aqueces as formas mais sorrateiras… quando a Alma de negro se veste da forma mais patética, porquê? Não sei...
Dedico-te o que me faz querer… seres feliz, do pouco que conseguimos dizer ou escrever... termino e recomeço…
Não sei...não tenho explicação pelo facto… ah … o gostar de ti...
Não sei porque te escolhi… Azar ou sorte? Ou algo mais…
Deixa dizer-te os lindos versos raros… que escrevo e reescrevo.
Esqueci a caneta, rasguei o caderno…literalmente… centenas de milhares de palavras perdidas … lançadas ao vento atiradas da ponte. Talvez os peixes saibam ler…
Não sei porque te vejo…
Liberta-me… das tuas migalhas, do perfume que deixas…
Passas, diariamente por mim… e desejo-te, e quero partilhar … na esperança que sintas o mesmo… Sorte ou Azar? E dou por mim a desejar teus lábios.
Porque te sinto…? Com tanta intensidade...?
Fechei o meu sorriso das promessas e da poesias … arrogante, insinuante… o reverso do meu poema…
Mas hoje! Só hoje, guardo os versos, rabisco o rascunho, com uma estrela talhada de luz… pela paixão que não te dei…
Dúvidas e certezas, na manhã mergulhada em suave esperança…
Apenas para te dedicar... os mais lindos que te fiz, versos… versos que não rimam … que não fazem sentido… para alguns… talvez para ti …
Diz-me tu… Será Sorte … ou Azar
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
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