Um passo atrás
Pergunto-me! És Feliz?
Não sabia, mas poderia acontecer.
Se fossem só palavras!
Mas… eu sabia que podia acontecer.
Sou aquele que entrelaça dor de saudade com dor de desilusão.
Há convites que se fazem uma vez… duas, três… mas não dá para esperar
que queiras … que que te decidas! São talvez a mais… e quando te dás contas
cais nessa rotina.
Amargura... É o que resta?
Será que é o medo? Ou a falta de interesse?
Muitas vezes, compreendo que o medo me impossibilitou de fazer o que
queria. Medo de um não, medo de estragar a felicidade de alguém, ou
simplesmente a amizade.
Se não fosses feliz não vivias assim…
Sei lá! Já nem quero saber
Não é falta de saudade, não é falta de te querer ver, não é falta de ….
ahhh. É a complexidade da sensatez. Eu sou
aquele que amargura palavras doces da ferida, da dor que o tempo ameniza, mas
não cicatriza.
Um dia pensei dizer-te… tudo… e mais alguma coisa que me saltasse à
imaginação, com aquela palpitação que não passa, quando te aproximas, quando
falas comigo.
Sou apenas eu ... este que sempre
te amou sozinho e em segredo.
E a lembrança fica e o momento que era o sentimento …. E a rua perde a
nostalgia.
Aprendi... que a desilusão é uma das piores dores!
Pergunto-me! És Feliz?
Se te dissesse que no primeiro dia pensei desistir.
No segundo, voltar para trás.
No terceiro, em beber até cair.
No quarto, pensei em escrever uma despedida.
No quinto, pensei em sonhar.
No sexto comecei ansiar pelas sextas-feiras á noite.
Que farei amanhã.
Não sei… mas sonho que seja melhor que ontem
Uma vez uma pessoa disse-me.
“Não existe falta de tempo, existe falta de interesse.
Porque quando se quer mesmo, a noite transforma-se em dia, a quarta-feira
transforma-se em sábado e um momento transforma-se numa oportunidade.
Quando se quer, então quer… e faz-se acontecer!
Quando se quer, lembras-te e fazes lembrar……”
Quando eu consegui sair de mim, passear por ai...fugir sem saber para
onde ir...então assim, serei eu sem mim.



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