domingo, 20 de maio de 2012

A CARTA


“Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.”
Álvaro de Campos


Eu não sei o que eu deixei de escrever.
Esta carta tem que significar um antes e depois, no lugar mais especial, que é onde tu vives …

Não, não letras ou palavras, no mundo tão belo que enchem meu coração com a satisfação de ser mostrado em cada palavra, parágrafo ou carta inteira para que carregas dentro de ti.

Podemos amar a meias? Podemos sorrir em segredo? Um encontro em tom mágico no trilho que não sigo. A vida sem um giro distraído, sem exprimir “a dor que deveras sinto”.

Quem és tu…
Amar a verdade desta carta reflecte uma mistura de questões não respondidas, ilusões e medos. Uma abordagem para o infinito, a ligação máximo de duas pessoas que amam e se querem.

Mais bonita do que as cores, há razão para o amor não definir palavras, que rodeiam num imenso vazio. Talvez a perfeição…

Eu gosto do teu sorriso, eu gosto de ouvir o teu riso, eu digo-te meu amor, os meus sonhos foram simples e directos, nada de especial.
A maioria dos seres humanos não teria acreditado, mas… eu tenho certeza.

Menina bonita, pouco do meu mundo... Este dia que passei contigo, significa novas experiências, novos sentimentos, um florescimento de milhares de sonhos dorminhocos. E tu estás lá.

Rir e chorar, ódio e amor, nada é certo. Eu quero que saibas que nunca esquecerei o que ensinaste, a amar de uma maneira diferente.
A razão desta carta é para que saibas o quanto me és importante e o quanto eu quero a tua felicidade...

Eu amo-te, nunca hesites...

Dicaf

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