terça-feira, 5 de maio de 2015

Um Obrigado


“Apresso-me a rir de tudo, com medo de ser obrigado a chorar.”

Regresso ao meu tormento, quando o alento não acalma, nem descansa quando a dor alcança, mais do que a mente consegue suportar!

Nunca Paris pareceu uma cidade tão triste,
Na amargura da desilusão
Deste sentimento que persiste
Guardado no coração!

Algumas palavras ditam no silêncio da noite
E essa vontade louca e absurda de comigo a ter
Quero ser… e que seja feliz!
Preciso de a esquecer…

Resta apenas o ter sido tão especial.
Carinhosa amiga e conselheira, quando os seus opiniões eram a solução das minhas angustias e medos,
Saudade ainda da sua risada tímida que, ainda que dissimilada, transmitia tanta felicidade,
Os momentos que passámos que marcaram a minha vida,
Únicos e simples, simples mais verdadeiros, que saudade!

Mesmo não querendo acreditar,
Mesmo te sentindo ainda aqui,
Sei que nunca me vai deixar, de os meus sonhos visitar...
Pra amenizar
A minha saudade…


Mas como uma “Amiga desconhecida” uma vez me escreveu,
Que tudo me deveria inspirar…
Que a vida não me esqueceu,
E devo continuar…

Seja  “a Lua, as estrelas, o silêncio,
O amor, a aventura, uma viagem
O desamor, uma nova aventura e uma nova viagem...”

Seja esse o ponto de viragem
E talvez um dia, eu volte a Amar


Obrigado pelas palavras, querida “Amiga e desconhecida” , por não me deixares cair e acreditares em mim quando eu não o consegui fazer.

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