“Apresso-me a rir de tudo, com medo de ser obrigado a chorar.”
Regresso ao meu tormento, quando o alento não acalma, nem descansa
quando a dor alcança, mais do que a mente consegue suportar!
Nunca Paris pareceu uma cidade tão triste,
Na amargura da desilusão
Deste sentimento que persiste
Guardado no coração!
Algumas palavras ditam no silêncio da noite
E essa vontade louca e absurda de comigo a ter
Quero ser… e que seja feliz!
Preciso de a esquecer…
Resta apenas o ter sido tão especial.
Carinhosa amiga e conselheira, quando os seus opiniões eram a solução
das minhas angustias e medos,
Saudade ainda da sua risada tímida que, ainda que dissimilada,
transmitia tanta felicidade,
Os momentos que passámos que marcaram a minha vida,
Únicos e simples, simples mais verdadeiros, que saudade!
Mesmo não querendo acreditar,
Mesmo te sentindo ainda aqui,
Sei que nunca me vai deixar, de os meus sonhos visitar...
Pra amenizar
A minha saudade…
Mas como uma “Amiga desconhecida” uma vez me escreveu,
Que tudo me deveria inspirar…
Que a vida não me esqueceu,
E devo continuar…
Seja “a Lua, as estrelas, o
silêncio,
O amor, a aventura, uma viagem
O desamor, uma nova aventura e uma nova viagem...”
Seja esse o ponto de viragem
E talvez um dia, eu volte a Amar
Obrigado pelas palavras, querida “Amiga e desconhecida” , por não me
deixares cair e acreditares em mim quando eu não o consegui fazer.



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