segunda-feira, 27 de abril de 2015

Simplesmente, apaixonei-me por ti! E agora…!?




Sou uma pessoa estranha… muitos dirão! Talvez um amigo reservado… afirmarão outros.

Nunca fui bom a lidar com pessoas e principalmente em falar sobre mim, lidar com os meus sentimentos pelas pessoas. Receio que olhem para dentro de mim e me reprovem pela pessoa que sou, que seja posto de lado pela minha forma pacata e talvez estranha de ser...

Quando estou contigo, a minha mente sente-se tão vazia que, não sei, sinto-me estranho! E nada me ocorre ao pensamento nesses momentos, a não seres tu!
Sinto-me exposto! Como se todos estivessem a olhar, à espera que um discurso superinteressante seja proclamado.

E agora? Apaixonei por ti! Nunca me senti tão disperso, para ser sincero, tão desorientado.
Ao início não quis saber, mais tarde quis esquecer! Um dia quis segui em frente! 
Mas bateste bem cá no fundo e levantaste a poeira adormecida. Porque é que agora não sais da minha cabeça! E será que que eu te quero tirar da minha cabeça?

Talvez não! Nunca antes ouvi alguém comentar o meu sorriso, a não ser a cada mensagem tua que recebo! Será verdade? Dava tudo para me ver ao espelho nessas situações! Sempre tive curiosidade de saber como seria o meu sorriso espontâneo e involuntário.

Fazes-me esquecer o mundo, quando o mundo não me deixa esquecer de ti.
E a cada dia, tenho mais vontade de… sonhar. Talvez na esperança de não estar… tão longe.


Para dizer a verdade tenho medo. Nunca antes me apaixonei por ninguém! Nunca! 
Nunca soube o que é partilhar uma parte de mim! E isso assusta-me… o não saber.
No entanto anseio dividir um sonho, partilhar metas, concretizar planos… ou simplesmente “rir de coisas bobagens”. Talvez seja tão simples, tolo e natural que nunca tenha parado para pensar nisso.


Trouxeste para minha vida muito mais do que imaginas! Deste-me um novo sentido e uma nova razão de continuar…
Há um ano atrás… o meu pensamento andava tão longe e tão extraviado algures. Diria… perdido! Já nada me interessava! Os dias passavam, e eu apenas já só queria... fugir daqui. Pensei muitas vezes para com os meus botões – “que estás tu aqui a fazer?!”
Quantas foram as vezes que desisti de mim!
Mas fizeste-me voltar a acreditar e mim… e ter esperança que a vida merece uma oportunidade.

E agora…

Da vida, não quero muito. Quero apenas, saber que tentei tudo para ir onde nunca fui. Tive tudo, o que pude alcançar com o meu esforço. Amei, tudo o que valia a pena...ser Amado.

Agora aqui estou eu ironicamente a escrever sobre aquilo que não tenho coragem de falar. Sobre mim… sobre ti… sobre o que sinto por ti!


Haverá quem diga que parece um desafio!
Mas…
Amar-te não é um desafio.

Um desafio seria se me pedisses para te esquecer.



Amo-te muito.

“Se não demorares muito… eu espero por ti o resto da vida!”